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Shakespeare - Monólogo de Hamlet



Ser ou não ser, eis a questão.
O que é mais nobre? Sofrer na alma
As flechas da fortuna ultrajante
Ou pegar em armas contra um mar de dores
Pondo-lhes um fim? Morrer, dormir
Nada mais; e por via do sono pôr ponto final
Aos males do coração e aos mil acidentes naturais
De que a carne é herdeira, num desenlace
Devotadamente desejado. Morrer! Dormir; dormir
Dormir, sonhar talvez: mas aqui está o ponto de interrogação;
Porque no sono da morte, que sonhos podem assaltar-nos
Uma vez fora da confusão da vida?
É isso que nos obriga a reflectir: é esse respeito
Que nos faz suportar por tanto tempo uma vida de agruras.
Pois quem suportaria as chicotadas e o escárnio do tempo
As injustiças do opressor, as afrontas dos orgulhosos,
A tortura do amor desprezado, as demoras da lei,
A insolência do oficial e os pontapés
Que o paciente mérito recebe do incompetente
Quando o próprio poderia gozar da quietude
Dada pela ponta de um punhal? Quem tais fardos suportaria
Preferindo gemer e suar sob o peso de uma vida fatigante
A não pelo medo de algo depois da morte
Esse país desconhecido de cujos campos
Nenhum viajante retornou, e que nos baralha a vontade
E nos faz suportar os males que temos
Em vez de voar para o que não conhecemos?
Assim a consciência nos faz a todos cobardes
E assim as cores nascentes da resolução
Empalidecem perante o frouxo clarão do pensamento
E os planos de grande alcance e actualidade
Por via desta perspectiva mudam de sentido
E saem do reino da acção.

William Shakespeare, 1564-1616, poeta e dramaturgo inglês, Hamlet



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Artista plástico holandês transforma gato morto em Helicóptero


O artista plástico Bart Jansen está expondo na KunstRAI, um festival de arte em Amsterdã, na Holanda, uma obra que está provocando polémica: o Orvillecopter – metade gato, metade helicóptero.
A parte gato da obra era o gato de estimação de Bart, chamado Orville, que morreu atropelado por um carro.


Primeiro, o animal passou por um processo de taxidermia. Depois, com a ajuda do especialista Arjen Beltman, foram instalados um pequeno motor e hélices, que são controlados por rádio e fazem o Orvillecopter voar.



Para Bart, trata-se de uma homenagem ao seu animal de estimação que, agora, depois de morto, pode voar. Assista a vídeo:


Fonte




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Arte de rua com origami por Mademoiselle Maurice


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